2 de junho de 2010

Nº Participantes Camp Mundo Obedience

Participants in World ChampionShip in Obedience 2010 until today
Finland 10 dogs

Estonia 2 dogs
Russia 6 dogs
Portugal 4 dogs
Belgium 4 dogs
Austria 6 dogs
France 3 dogs
Netherlands 4 dogs
Schweiz 4 dogs
Italy 6 dogs
Czech 4 dogs
Sweden 8 dogs
Norway 8 dogs
Germany 7 dogs
Denmark 7 dogs


Ratos e Vacina para o cancro da mama

Vincent Tuohy, do Cleveland Clinic Learner Research Institute , EUA é o responsável pela investigação e desenvolvimento de uma vacina que até a data impediu o desenvolvimento do cancro da mama, em ratos. Serão precisos vários anos até esta vacinar estar disponível ao público.O investigador explicou que a vacina age numa proteína presente na maioria dos tumores da mama. "Acreditamos que esta vacina será usada no futuro para prevenir o cancro da mama em mulheres adultas e se funcionar nos humanos da mesma forma como actuou nos ratos, vai ser monumental".Nesta investigação foram utilizados ratos com grande probabilidade genética de desenvolver cancro da mama. A metade foi administrada uma vacina com a-lactalbumina – que actuou contra o cancro. Os restantes foram vacinados com uma substância que não continha esta proteína. Verificou-se que, ao contrário de todos os outros, nenhum dos ratos.
Estudo publicado na Nature Medicine.
Lets hope you can do it!

28 de maio de 2010

Miles




...the way you change my life...
 Alguns grandes handlers recomendam que antes de uma grande Competição se encontre aquela musica!
Esta é a minha e do Miles! Levo os dias a cantar-lha e sei que ele acredita :-)!

26 de maio de 2010

Paleotermómetro tira a febre a Dinossaurios


Nova técnica avalia temperatura de animais extintos a partir de fósseis
Uma nova técnica desenvolvida por investigadores norte- -americanos poderá permitir em breve saber se os dinossauros eram animais de sangue frio, como os répteis, ou se pelo contrário tinham sangue quente, como as aves.
O artigo foi publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
Os autores deste paleotermómetro pretendem também perceber, através de medições, se as aves já tinham sangue quente antes de terem penas. A técnica desenvolvida pelos investigadores consiste em analisar as concentrações de dois isótopos raros, de carbono 13 e de oxigénio 18, cuja tendência é aglomerarem-se em função da temperatura.
"A temperaturas muito elevadas, estes dois isótopos aglomeram-se muito menos, mas fazem-no frequentemente a temperaturas mais baixas", adianta Robert Eagle, principal autor da investigação.
Nos seres vivos, a taxa de aglomeração destes dois isótopos pode ser medida na bioapatite, o mineral a partir do qual se formam os ossos, os dentes e a casca dos ovos.
"Quando este mineral se produz a partir do sangue para formar ossos ou dentes, a sua composição isotópica fica marcada e pode ser preservada durante milhões de anos", explicou Robert Eagle, sublinhando que o laboratório do investigador John Eiler, no Caltech, "estabeleceu a relação precisa entre a taxa de aglomeração daqueles dois isótopos e a temperatura".
"Estas medições em laboratório podem ser convertidas em temperatura do corpo", adiantou o investigador, notando que a precisão do método tem uma margem de erro de um grau.
"Não se trata de colocar um termómetro em criaturas do passado, mas é quase a mesma coisa", afirmou, por seu turno, John Eiler, co-autor da investigação.
Os cientistas testaram com sucesso o seu paleotermómetro em seres vivos e também em mamutes, determinando que estes animais já extintos tinham uma temperatura corporal entre os 37 e os 38 graus.
A equipa está agora a trabalhar com cascas de ovo fossilizadas e dentes de dinossauro para tentar responder à questão em aberto sobre se aqueles vertebrados extintos há 65 milhões de anos tinham sangue quente ou frio.
Que Giro!!!

19 de maio de 2010

Entrevista

Até pareçe que está a falar de um desporto qu eu conheço!
"Tomaz Morais no “país do não”
Por Vitorino Seixas

Tomaz Morais, o líder das selecções nacionais de rugby, que recentemente conseguiu o apuramento para o mundial, publicou o livro “Compromisso: Nunca Desistir”, em Outubro de 2006, onde traça um retrato duro de Portugal,o país onde é proibido vencer:

“Considero que é difícil liderar equipas em Portugal – um país que não cresce por culpa do individualismo, da inveja e do pensamento negativo de quem nos lidera.

O nosso principal “calcanhar de Aquiles” está relacionado com um problema de insatisfação permanente. Somos tradicionalmente insatisfeitos e isso torna-nos muito críticos de tudo e de todos. Revelamos um excesso de preocupação com o trabalho de quem está ao nosso lado e esquecemo-nos de concentrar esforços na construção do nosso próprio caminho.

Além disso, temos muitos problemas em lidar com os êxitos dos outros. Entendemos que o sucesso alheio é o nosso insucesso. Em vez de ficarmos orgulhosos por termos em Portugal pessoas que vencem e levam o nome do país bem alto, vivemos numa ânsia doentia de ver ofuscado esse êxito. A verdade é que perdemos muitas horas das nossas vidas a cobiçar o que o outro tem, mas raramente estamos dispostos a trabalhar mais um minuto para poder chegar ao patamar que gostaríamos. É duro dizê-lo, mas somos muito individualistas, até invejosos, e isso não nos tem permitido crescer.

Por outro lado, não sabemos, nem queremos trabalhar em equipa. Nunca ninguém nos ensinou a funcionar em grupo e, talvez por isso, vivemos concentrados no nosso umbigo. Em Portugal, as pessoas têm tendência para não ouvir os outros, vivemos centrados em nós próprios mas, paradoxalmente, não perdemos tempo a valorizar as nossas competências. Porquê? Porque somos pouco exigentes – vivemos no país do “quanto baste”.

Depois, a somar a tudo isso, pensamos negativo. Quem nos lidera pensa negativo, passa informações negativas, estamos sempre a debater os mesmos problemas para os quais nunca encontramos soluções. O “não” deve ser a palavra que mais ecoa do Minho ao Algarve: somos habituados desde pequenos a ouvir que as coisas são difíceis, que não conseguimos, que não temos, que não nos deixam, que não devemos fazer, que não podemos inovar, ou que não é possível sermos ambiciosos. Parece até que está inscrito no nosso código genético a expressão “Atenção, não podemos vencer”.”

in: http://blogdaformacao.wordpress.com

17 de maio de 2010

Netos


Estes meus netos são lindos de morrer!










Mr. Miles Jr.
(Mr. Miles X Extra Flavour da Casa D´Arinia)


VillaLusa Kenai
(Mr. Miles X Lady Jolie de Mafaldas)


Campeonato de Espanha de Obedience



Muito Obrigado pelo convite da Real Sociedade Canina de Espanha para julgar o ringue de Classe Internacional /Elite de onde sairá o campeão Espanhol de Obedience 2010. É honra poder estar de novo a julgar a Copa de Espanha! Tenho a certeza que irei ver todos os concorrentes a tentarem o seu melhor.

Boa sorte a todos!




16 de maio de 2010

Última Hora


Zoo expõe Animais empalhados

O zoo de Mumbai, na Índia, anunciou que pretende empalhar e expor os seus animais mortos, uma tentativa de contornar as restrições legais que impedem a aquisição de novos animais. A lei, estabelece que os novos animais não podem ser mantidos em espaços confinados parâmetro que o Zoo de Mumbai não consegue cumprir. A construção de espaços abertos, e em conformidade com a nova legislação, poderá levar até cinco anos, disse o director do museu, Sanjay Tripathi. Até lá, afirmou, serão exibidos os animais empalhados aos visitantes. "O público poderá ver e apreciar os animais e até estudar a sua estrutura corporal", disse Tripathi. Mangal, um urso negro dos Himalaias, foi até a semana passada uma das atracções do zoo. Magal morreu aos 35 anos e foi empalhados, tal como uma cobra píton e um leopardo. O zoo possui mais de 200 mamíferos, 500 aves e 45 répteis.

A Polémica

Os Zoos de todo o país estão a tomar iniciativas semelhante e a enviando os seus animais para aqui, o único centro de taxidermia - como é chamada a técnica de empalhamento - na Índia, em Mumbai. Gaikward, o taxidermista que coordena este centro refere que empalhar um animal de porte médio, como um leopardo, ainda leva cerca de dois meses. A taxidermia requer muita habilidade e envolve conhecimentos da anatomia animal, de escultura, de pintura, e técnicas de transformação da pele dos diferentes animais. Mas, os ambientalistas já alertaram que o empalhamento de animais dos zoos pode incentivar o comércio ilegal de peles e carcaças de animais.

11 de maio de 2010

Ratos mostram expressão de dor

As expressões faciais dos ratos podem ser usadas para avaliar a quantidade de dor que sentem. Esta descoberta pode vir a permitir aosa veterinários detectar o desconforto físico dos animais de forma mais fiável.

Para identificar as caretas que indicam a dor, Jeffrey Mogil e uma equipa de investigação da Universidade McGill, Montreal, no Canadá, filmaram, durante 30 minutos, os ratos sem qualquer dor. Em seguida, gravaram mais 30 minutos após aplicarem, no abdómen dos animais, uma injecção com uma solução de vinagre com o objectivo de causar dores de baixa intensidade. A partir do filme, o grupo elaborou uma “escala da dor” com base nas mudanças faciais. Em algumas delas, os olhos apareciam ora apertados ora esbugalhados. Mogil diz que as expressões faciais podem desempenhar um papel importante na comunicação do rato, talvez ajudando a alertar os animais iguais e próximos a ele sobre perigos. Estudos anteriores demonstraram que os ratos percebem quando um outro sete uma dor e, em particular no caso de ratos do sexo feminino que tendem a ficar por perto dos que estão a sofrer. A dor leve, como a produzida por um clipe preso na cauda por alguns segundos, ou a dor crónica, como uma lesão num nervo provocada cirurgicamente, não provocaram caretas. Mogil acrescenta que os ratos podem ter evoluído o suficiente para esconder essa forma de dor de modo a não serem identificados pelos predadores, ou rivais, como os mais fracos.

A few letters a day will keep my thesis on the way!

Gosto de provérbios! Penso sempre que posso ter um por dia... o bem que me faria! aqui fica um site cheio de artigos fora da box e muito in...